Estudo: cinco doenças novas provocadas pelo tabaco

Os malefícios relacionados com o vício de fumar são bem conhecidos. Para além das 21 doenças já descobertas provocadas pelo tabaco, um estudo americano indica a existência de mais cinco.
Os fumadores têm duas vezes mais probabilidade de correr riscos do que os não fumadores, concluíram os investigadores da Sociedade Americana do Cancro, que apresentaram cinco novas doenças provocadas pelo tabaco: doenças arteriais, enfartes, acidentes vasculares cerebrais (AVC), doenças respiratórias que não estavam associadas ao uso do tabaco e isquémia intestinal, uma patologia rara do intestino.

Para a realização deste estudo, os especialistas seguiram os comportamentos e as doenças associadas de cerca de um milhão de pessoas do sexo masculino e feminino, incluindo 89 mil fumadores, no período de 10 anos.

As conclusões desta investigação, intituladas “Smoking and Mortality – Beyond Established Causes” foram publicadas no New England Journal of Medicine. http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMsa14072111

Adolescentes portugueses têm sono em risco

O sono é fundamental à vida e a sua necessidade, tão básica como comer e beber, adquire variações naturais ao longo da vida. Em idade pediátrica, nomeadamente na adolescência, o sono, para além das suas funções no que respeita ao equilíbrio energético, metabólico e imunitário, tem um papel crucial no adequado desenvolvimento cognitivo, na aprendizagem e consolidação da memória.
Nesta fase da vida, devido a alterações na secreção hormonal, é predominante o cronotipo vespertino, que está relacionado com a tendência natural para adormecer e acordar mais tarde relativamente aos estádios anteriores do desenvolvimento. Na adolescência, os compromissos com o estudo e as obrigações sociais incluindo deveres escolares, atividades desportivas e a relação interpares nas redes sociais, tendem a ocupar tempo destinado ao sono. Mas o despertador toca a hora certa, e as aulas não têm horário personalizado. Esta é efetivamente a causa do drama vivido por alguns e que resulta em atrasos, faltas e diminuição do rendimento escolar com riscos reais na vida e no progresso académico.

Grande parte das escolas do nosso País iniciam o horário escolar às 8h00, e apesar de algumas opções horárias, não existem contemplações sobre as individualidades temporais. Alguns trabalhos portugueses replicam resultados publicados noutros locais do mundo no que concerne ao tempo de sono desta faixa etária. Porém, nenhum se debruçou sobre a relação entre padrão de sono e cronotipo, ou seja, à questão: de que forma o relógio individual afeta o padrão de sono destes adolescentes?

Os nossos resultados

Num estudo realizado a propósito do Dia Mundial do Sono de 2014, que envolveu seis escolas secundárias de zonas rurais e urbanas, de norte a sul e ilha da Madeira, procurou-se então caracterizar padrões de sono, cronotipo e estado geral de sonolência dos jovens adolescentes. Foram selecionados 354 questionários, dos 433 inicialmente aplicados, tendo os jovens respondido a questões sobre os seus padrões de sono habituais (hora de deitar, despertar e duração de sono), cronotipo e grau de sonolência geral.

Do grupo reunido, com uma maioria de raparigas (cerca de 65%), 20% dos inquiridos assumiu dormir pelo menos nove horas por dia, durante a semana, com 12,5% a afirmar dormir menos de sete horas. Quando se procurou a diferença entre o tempo de sono durante a semana versus fim de semana (permite suspeitar de tentativa de recuperação de sono perdido), observou-se que esta diferença não só era significativa mas que era mais acentuada nas raparigas (dormiam, em média, 1h20min a mais ao fim de semana relativamente aos dias de semana) do que nos rapazes (56 min a mais ao fim de semana).

No que respeita ao cronotipo, 71% revelava pertencer ao grupo intermediário e aproximadamente 20% tinha preferência vespertina. Em 11% dos casos apenas, os valores aferiam a predominância matutina.

Verificou-se também uma correlação negativa entre o grau de sonolência e o cronotipo, ou seja, aqueles com maior tendência para a matutinidade, parecem apresentar menos sonolência. Este resultado pode apoiar a noção que temos sobre as “obrigações sociais” destes adolescentes, que determinam uma hora mais tardia de adormecer, por um lado, e a necessidade de cumprir o horário escolar matutino, por outro. Este dado é também suportado pela correlação positiva verificada entre o cronotipo e a maior duração de sono (sugerindo que os matutinos dormem mais do que os vespertinos).

Conclusões

Estes dados sugerem que, nos adolescentes, a tendência para um cronotipo vespertino pode explicar a perpetuação de hábitos de sono inadequados e suas consequências, nomeadamente a sonolência excessiva. Por outro lado, este estado fisiológico é, provavelmente potenciado por padrões comportamentais típicos nesta fase da vida.

Conclui-se pois, ser importante a reflexão metódica e sistemática, com a perspetiva de serem postas em prática ações, para minimizar o efeito cumulativo de uma vulnerabilidade fisiológica, bem como a influência comportamental que a potencia e perpetua no sentido da doença.
Por Helena Cristina Loureiro e Miguel Meira e Cruz, Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono

Estudo: insónia afeta adolescentes portugueses

A insónia é o distúrbio de sono mais recorrente nos adolescentes e está associado a fatores sociodemográficos e de estilos de vida. Um em cada três adolescentes sente sono durante o dia, conclui um estudo publicado no European Journal of Pediatrics.
Os distúrbios de sono representam um grave problema de saúde que pode afetar pessoas de todas as idades, incluindo crianças e adolescentes. O estudo, que avaliou 6.919 estudantes em 26 escolas secundárias de Viseu, entre o 7.º o 12.º ano de escolaridade, concluiu que 8.3% dos alunos sofre de insónia e que 21.4% apresenta sintomas de insónia.

Os investigadores explicam que estes sintomas estão fortemente associados ao consumo de café e álcool na adolescência, à vida noturna, ao nível educacional dos pais, à área de residência e, especialmente, a sintomas de depressão. Ainda segundo o estudo, deve ser prestada maior atenção às raparigas e aos adolescentes mais velhos que, de acordo com os resultados, demonstram maior prevalência para sintomas de depressão e, consequentemente, sintomas de insónia.

As conclusões do estudo, publicadas no European Journal of Pediatrics, podem ser consultadas aqui [+]

Perturbações mentais ignoradas nos idosos

Tristeza, ansiedade, insónia, alterações de memória e do comportamento são alguns dos sintomas recorrentes em pessoas com mais de 65 anos e que são, muitas vezes, associados ao envelhecimento, uma realidade que atrasa o diagnóstico das doenças psiquiátricas e que pode comprometer o tratamento.

“Apesar de frequentes, os problemas de saúde mental dos idosos não estão devidamente identificados, sendo muitas vezes associados ao processo natural de envelhecimento. Na consulta de Psiquiatria Geriátrica conseguimos assegurar o diagnóstico precoce das múltiplas patologias psiquiátricas nos idosos, como a depressão, ansiedade, demência, doença bipolar e esquizofrenia de início tardio”, revela Ana Peixinho, coordenadora da Unidade de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Lusíadas Lisboa.
“A consulta garante uma abordagem compreensiva desde o diagnóstico até ao tratamento destas doenças e foca-se em ouvir e responder às preocupações das pessoas com mais de 65 anos, ajudar as suas famílias e, quando necessário, trabalhar em articulação com outros profissionais de saúde de forma a disponibilizar um acompanhamento efetivo durante todo o processo”, explica Ricardo Coentre, psiquiatra responsável pela consulta de Psiquiatria Geriátrica.
A elevada prevalência das doenças psiquiátricas associadas ao envelhecimento, a existência de co morbilidades físicas, a polimedicação, o isolamento e o luto são os principais fatores indicativos de necessidade de observação e acompanhamento diferenciado. A depressão clinicamente significativa é uma doença muito frequente no idoso, afetando 10 por cento das pessoas com mais de 65 anos.
A consulta de Psiquiatria Geriátrica, integrada na Unidade de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Lusíadas Lisboa, é um serviço especializado de diagnóstico e tratamento das doenças psiquiátricas associadas ao envelhecimento e está indicada para pessoas com idade igual ou superior a 65 anos.

 

Aposte na Prevenção

 

Prevenção pode salvar todos os anos 16 milhões de vidas

As doenças não transmissíveis como o cancro ou a diabetes causam todos os anos 38 milhões de mortes, das quais 16 milhões podiam ser evitadas com medidas preventivas, indica a Organização Mundial de Saúde (OMS) num relatório, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.
“A comunidade internacional tem a hipótese de poder mudar o curso das doenças não transmissíveis”, declarou a directora-geral da OMS, Margaret Chan, na apresentação do relatório.

“Ao investir entre um e três dólares por ano e por pessoa, os países podiam diminuir fortemente o número de doentes e de mortes devidos a estas doenças não transmissíveis”, como o cancro, as doenças cardíacas, pulmonares, respiratórias e a diabetes, afirmou.

No próximo ano, cada país devia fixar objetivos para a introdução destas medidas preventivas, uma vez que sem elas “milhões de vidas serão novamente perdidas demasiado cedo”, defendeu.

Em 2000, 14,6 milhões de pessoas morreram prematuramente na sequência de doenças não transmissíveis, por falta de prevenção. Este valor aumentou e passou para 16 milhões em 2012, de acordo com dados da OMS.

As mortes prematuras devidas a doenças não transmissíveis podiam ser evitadas através de políticas antitabagistas, anti-álcool e de promoção de atividade físicas e desportivas.

De acordo com a OMS, são sobretudo os países de rendimento médio que devem apostar neste tipo de políticas, uma vez que as mortes devidas às doenças não transmissíveis são superiores às causadas por doenças infecciosas.

Seis países registam as taxas mais elevadas de mortes prematuras – Afeganistão, Fiji, Uzbequistão, Casaquistão, Mongólia e Guiana- sendo que, perto de três quartos de todas as mortes devidas a doenças não transmissíveis, ou seja 28 milhões, ocorrem em países de rendimento médio ou baixo.

Em 2013, a OMS lançou um plano de ação, de nove objetivos, para reduzir em 25% até 2020, o número de mortes prematuras,

O tabaco mata seis milhões de pessoas por ano, o álcool 3,3 milhões, a falta de exercício físico 3,2 milhões e o excesso de sal na alimentação 1,7 milhões.

A OMS está também preocupada com as consequências da obesidade infantil, e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, hipertensão, ou doenças ligadas à artrose.

Atualmente, 42 milhões de crianças, com menos de cinco anos, são obesas.

Fonte: Lusa:: em 21 / 01 / 2015

4546 morrem com diabetes

Morreram em Portugal 4546 pessoas devido à diabetes, segundo o relatório ‘Factos e Números 2014’ publicado ontem pela Direção-Geral da Saúde. Os dados são de Portugal Continental, relativos a 2013, e demonstram um agravamento da doença.

Na população entre os 20 e os 79 anos, a prevalência passou de 11,7 % em 2009 para 13%. No total, refere o relatório do observatório nacional da diabetes, 3.1 milhões de portugueses têm diabetes ou hiperglicemia. Em 2013, quase 12 mil pessoas morreram nos hospitais públicos, com a diabetes a representar 25% desta mortalidade hospitalar. A doença incide mais nos homens.

No que diz respeito a despesas, o Serviço Nacional de Saúde gastou 226 milhões de euros só com a medicação da doença, dos quais 18 milhões foram suportados pelos doentes. No total, a diabetes implica despesas entre 1250 milhões a 2500 milhões, sendo a maior parcela a hospitalização (455 milhões). Cada um dos doentes, entre os 20 e os 79 anos, custaram 1694 euros.

Fonte: Correio da Manhã:: em 16 / 01 / 2015

A saúde do seu cérebro e do coração começam…

No último século, sobretudo nas grandes cidades, assistimos a uma diminuição do consumo de alimentos ricos em ácidos gordos polinsaturados ómega 3 (presentes no peixe, alguns vegetais e frutos secos) e a um aumento do consumo de ómega 6 (carnes de vaca, porco, vitela, frango, peru, salsichas, óleos vegetais, ovos, leite e derivados, manteiga, margarinas e cereais), uma alteração prejudicial para a saúde do corpo e da mente.

Têm surgido cada vez mais estudos que indicam que os ácidos gordos ómega 3 são importantes para a prevenção de doenças cardiovasculares (como enfartes do miocárdio e arritmias), contribuindo para a redução dos fatores de risco como o colesterol, triglicéridos e evitando a hipertensão arterial. São também essenciais para a prevenção de outras doenças como a diabetes, a artrite reumatoide a osteoporose e vários cancros e para o desenvolvimento cerebral e manutenção da memória e do raciocínio prevenindo a arteriosclerose.

Segundo estudos recentes, os ácidos gordos ómega 3 são importantes para a prevenção de doenças psiquiátricas como a depressão e algumas perturbações da ansiedade. Os ácidos gordos ómega 3 e ómega 6 têm uma elevada importância na composição do cérebro representando 20% da gordura total. Destes ácidos gordos destaca se o DHA, um dos ómega 3, que existe em concentrações privilegiadas nos fosfolípidos cerebrais e neuronais, tendo lhe sido atribuído um papel neuroprotetor. O metabolismo destes ácidos é muito importante em vários processos implicados no envelhecimento cerebral e em doenças do foro psiquiátrico, como a depressão.

Ou seja, o consumo regular de peixe (seja fresco, congelado, salgado, seco ou em conserva, em duas ou mais refeições por semana), nomeadamente o peixe mais rico em ácidos gordos ómega 3 tem um papel muito importante na prevenção de uma série de doenças como as patologias cardiovasculares e as doenças psiquiátricas.

A importância do consumo dos ácidos gordos ómega 3 na depressão é ainda reforçada pelas previsões da Organização Mundial de Saúde, que estima que a doença depressiva seja em 2030 o primeiro diagnóstico mais incapacitante, seguido do diagnóstico de doença isquémica coronária. Pela sua saúde, coma melhor!

Fonte: OJE :: em 14 / 01 / 2015

Retinopatia diabética afeta 250 mil portugueses

O controlo da pressão arterial, dos níveis de glicemia, colesterol e peso em doentes diabéticos são alguns procedimentos simples que podem ajudar a evitar o aparecimento da retinopatia diabética, a principal causa de cegueira evitável entre os 20 e os 65 anos. O alerta é da Unidade de Oftalmologia de Coimbra que pretende sensibilizar a população no Dia Mundial da Diabetes, assinalado a 14 de novembro.

“Aproximadamente 49% dos diabéticos tipo 1 e cerca de 24% dos diabéticos tipo 2, ou seja, 250 mil doentes, sofrem de retinopatia diabética, sendo que 25 mil destes doentes têm perda de visão e 13 mil estão cegos devido à doença. Estes números sustentam a necessidade de relembrar que 90% destes casos podem ser evitados se houver um bom controlo metabólico e um tratamento atempado da doença”, explica Rufino Silva, Prof. Auxiliar de Oftalmologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e membro do corpo clínico da Unidade de Oftalmologia de Coimbra. “É recomendável que todos os diabéticos realizem exames oftalmológicos pelo menos uma vez por ano. Em casos em que existem lesões mínimas é conveniente reavaliar dentro de 6 a 9 meses, pois algumas destas lesões podem provocar uma diminuição da acuidade visual ou até mesmo a cegueira, sendo, neste último caso, necessário iniciar de imediato o tratamento”, acrescenta o especialista.

Quando surgem os sintomas da doença, eles podem incluir a visão turva, caracterizada por uma maior dificuldade a ler ou conduzir, a existência de pontos flutuantes no campo de visão, flashes de luzes e, em casos mais graves, a perda súbita da visão. A retinopatia diabética é um problema ocular comum em doentes que não controlam os níveis de açúcar no sangue e é causado por alterações nos vasos sanguíneos da retina. Estas alterações permitem a saída de sangue e líquido para a retina e provocam a diminuição da visão. Para além desta situação, podem desenvolver-se vasos anormais na retina que, devido à sua fragilidade, sangram facilmente e causam lesões e perdas de visão.

 Fonte: Vital Health :: em 13 / 11 / 2014

 

Vitaminas e Proteção: Para lá de Adulto

Quando se atingem os 50 anos de idade, requere-se uma maior atenção em relação à saúde e à proteção do organismo. É natural que haja um enfraquecimento dos ossos, do sistema digestivo, do sistema respiratório e a diminuição da capacidade de equilíbrio ou o desenvolvimento de vista cansada, no entanto, não está sozinho.

Esta é, e será, uma luta de todas as pessoas do mundo. Para que as suas necessidades sejam compensadas, a toma de suplementos alimentares pode ajudá-lo a proteger- se numa fase de maior fragilidade.

Nesta altura da vida, é aconselhável prestar particular atenção à sua visão que, devido a fatores como a poluição e a intensa exposição ao sol, pode sofrer danos e ficar de alguma forma comprometida. Assim, pode recorrer à toma de suplementos alimentares com vitamina A, úteis para a manutenção de uma visão saudável.

Para além da visão, os ossos são também motivo de preocupação. É também frequente que, com o avançar da idade, ocorra uma perda de massa óssea associada a um aumento da fragilidade da estrutura do osso. Neste contexto, as vitaminas D e K podem ser bons aliados, contribuindo para a manutenção de ossos saudáveis. Adicionalmente, pode também encontrar em suplementos alimentares, vitaminas que contribuem para o normal funcionamento do sistema imunitário (como a vitamina C, o selénio e o zinco).

 

Artigo original publicado na de setembro 2014

 

Diabetes custa 18 milhões de euros

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O Serviço Nacional de Saúde gastam por ano 18 milhões de euros com o consumo de antidiabéticos orais e insulinas. Esta despesa representa oito por cento dos custos com a venda dos medicamentos nas farmácias, revela o relatório ‘Diabetes: Factos e Números’, do Observatório Nacional da Diabetes, ontem apresentado em Lisboa.
Segundo o relatório, o crescimento do custo dos medicamentos da diabetes para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) assume uma “especial relevância (mais 263%) face ao crescimento efetivo do consumo”, quantificado em número de embalagens vendidas (mais 66%).
Quanto ao custo médio das embalagens de medicamentos, mais do que duplicou o seu valor nos últimos dez anos.
Isto significa que, para o Estado, o tratamento da diabetes custa 1.500 milhões de euros, o que corresponde a um por cento do Produto Interno Bruto (PIB) e a dez por cento das despesas em saúde.[/wc_column][wc_column size=”one-half” position=”last”]04-11-2014_22_44_31_p18_InfoDiabetes
[/wc_column][/wc_row]As tiras-teste para os diabéticos medirem os níveis de glicémia vão ser mais baratas a partirdo próximo domingo, data em que entra em vigor uma portaria publicada ontem em Diário da República e que dá conta da redução do preço para os doentes. A descida de 15% do preço das tiras-teste, seringas, agulhas e lancetas para diabéticos tinha sido anunciada pelo Governo em 2013, mas a medida foi suspensa por decisão do Tribunal Central Administrativo do Sul.