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A saúde do seu cérebro e do coração começam…

No último século, sobretudo nas grandes cidades, assistimos a uma diminuição do consumo de alimentos ricos em ácidos gordos polinsaturados ómega 3 (presentes no peixe, alguns vegetais e frutos secos) e a um aumento do consumo de ómega 6 (carnes de vaca, porco, vitela, frango, peru, salsichas, óleos vegetais, ovos, leite e derivados, manteiga, margarinas e cereais), uma alteração prejudicial para a saúde do corpo e da mente.

Têm surgido cada vez mais estudos que indicam que os ácidos gordos ómega 3 são importantes para a prevenção de doenças cardiovasculares (como enfartes do miocárdio e arritmias), contribuindo para a redução dos fatores de risco como o colesterol, triglicéridos e evitando a hipertensão arterial. São também essenciais para a prevenção de outras doenças como a diabetes, a artrite reumatoide a osteoporose e vários cancros e para o desenvolvimento cerebral e manutenção da memória e do raciocínio prevenindo a arteriosclerose.

Segundo estudos recentes, os ácidos gordos ómega 3 são importantes para a prevenção de doenças psiquiátricas como a depressão e algumas perturbações da ansiedade. Os ácidos gordos ómega 3 e ómega 6 têm uma elevada importância na composição do cérebro representando 20% da gordura total. Destes ácidos gordos destaca se o DHA, um dos ómega 3, que existe em concentrações privilegiadas nos fosfolípidos cerebrais e neuronais, tendo lhe sido atribuído um papel neuroprotetor. O metabolismo destes ácidos é muito importante em vários processos implicados no envelhecimento cerebral e em doenças do foro psiquiátrico, como a depressão.

Ou seja, o consumo regular de peixe (seja fresco, congelado, salgado, seco ou em conserva, em duas ou mais refeições por semana), nomeadamente o peixe mais rico em ácidos gordos ómega 3 tem um papel muito importante na prevenção de uma série de doenças como as patologias cardiovasculares e as doenças psiquiátricas.

A importância do consumo dos ácidos gordos ómega 3 na depressão é ainda reforçada pelas previsões da Organização Mundial de Saúde, que estima que a doença depressiva seja em 2030 o primeiro diagnóstico mais incapacitante, seguido do diagnóstico de doença isquémica coronária. Pela sua saúde, coma melhor!

Fonte: OJE :: em 14 / 01 / 2015

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Retinopatia diabética afeta 250 mil portugueses

O controlo da pressão arterial, dos níveis de glicemia, colesterol e peso em doentes diabéticos são alguns procedimentos simples que podem ajudar a evitar o aparecimento da retinopatia diabética, a principal causa de cegueira evitável entre os 20 e os 65 anos. O alerta é da Unidade de Oftalmologia de Coimbra que pretende sensibilizar a população no Dia Mundial da Diabetes, assinalado a 14 de novembro.

“Aproximadamente 49% dos diabéticos tipo 1 e cerca de 24% dos diabéticos tipo 2, ou seja, 250 mil doentes, sofrem de retinopatia diabética, sendo que 25 mil destes doentes têm perda de visão e 13 mil estão cegos devido à doença. Estes números sustentam a necessidade de relembrar que 90% destes casos podem ser evitados se houver um bom controlo metabólico e um tratamento atempado da doença”, explica Rufino Silva, Prof. Auxiliar de Oftalmologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e membro do corpo clínico da Unidade de Oftalmologia de Coimbra. “É recomendável que todos os diabéticos realizem exames oftalmológicos pelo menos uma vez por ano. Em casos em que existem lesões mínimas é conveniente reavaliar dentro de 6 a 9 meses, pois algumas destas lesões podem provocar uma diminuição da acuidade visual ou até mesmo a cegueira, sendo, neste último caso, necessário iniciar de imediato o tratamento”, acrescenta o especialista.

Quando surgem os sintomas da doença, eles podem incluir a visão turva, caracterizada por uma maior dificuldade a ler ou conduzir, a existência de pontos flutuantes no campo de visão, flashes de luzes e, em casos mais graves, a perda súbita da visão. A retinopatia diabética é um problema ocular comum em doentes que não controlam os níveis de açúcar no sangue e é causado por alterações nos vasos sanguíneos da retina. Estas alterações permitem a saída de sangue e líquido para a retina e provocam a diminuição da visão. Para além desta situação, podem desenvolver-se vasos anormais na retina que, devido à sua fragilidade, sangram facilmente e causam lesões e perdas de visão.

 Fonte: Vital Health :: em 13 / 11 / 2014

 

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Vitaminas e Proteção: Para lá de Adulto

Quando se atingem os 50 anos de idade, requere-se uma maior atenção em relação à saúde e à proteção do organismo. É natural que haja um enfraquecimento dos ossos, do sistema digestivo, do sistema respiratório e a diminuição da capacidade de equilíbrio ou o desenvolvimento de vista cansada, no entanto, não está sozinho.

Esta é, e será, uma luta de todas as pessoas do mundo. Para que as suas necessidades sejam compensadas, a toma de suplementos alimentares pode ajudá-lo a proteger- se numa fase de maior fragilidade.

Nesta altura da vida, é aconselhável prestar particular atenção à sua visão que, devido a fatores como a poluição e a intensa exposição ao sol, pode sofrer danos e ficar de alguma forma comprometida. Assim, pode recorrer à toma de suplementos alimentares com vitamina A, úteis para a manutenção de uma visão saudável.

Para além da visão, os ossos são também motivo de preocupação. É também frequente que, com o avançar da idade, ocorra uma perda de massa óssea associada a um aumento da fragilidade da estrutura do osso. Neste contexto, as vitaminas D e K podem ser bons aliados, contribuindo para a manutenção de ossos saudáveis. Adicionalmente, pode também encontrar em suplementos alimentares, vitaminas que contribuem para o normal funcionamento do sistema imunitário (como a vitamina C, o selénio e o zinco).

 

Artigo original publicado na de setembro 2014

 

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Diabetes custa 18 milhões de euros

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O Serviço Nacional de Saúde gastam por ano 18 milhões de euros com o consumo de antidiabéticos orais e insulinas. Esta despesa representa oito por cento dos custos com a venda dos medicamentos nas farmácias, revela o relatório ‘Diabetes: Factos e Números’, do Observatório Nacional da Diabetes, ontem apresentado em Lisboa.
Segundo o relatório, o crescimento do custo dos medicamentos da diabetes para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) assume uma “especial relevância (mais 263%) face ao crescimento efetivo do consumo”, quantificado em número de embalagens vendidas (mais 66%).
Quanto ao custo médio das embalagens de medicamentos, mais do que duplicou o seu valor nos últimos dez anos.
Isto significa que, para o Estado, o tratamento da diabetes custa 1.500 milhões de euros, o que corresponde a um por cento do Produto Interno Bruto (PIB) e a dez por cento das despesas em saúde.[/wc_column][wc_column size=”one-half” position=”last”]04-11-2014_22_44_31_p18_InfoDiabetes
[/wc_column][/wc_row]As tiras-teste para os diabéticos medirem os níveis de glicémia vão ser mais baratas a partirdo próximo domingo, data em que entra em vigor uma portaria publicada ontem em Diário da República e que dá conta da redução do preço para os doentes. A descida de 15% do preço das tiras-teste, seringas, agulhas e lancetas para diabéticos tinha sido anunciada pelo Governo em 2013, mas a medida foi suspensa por decisão do Tribunal Central Administrativo do Sul.

 

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Rede de médicos de família registou subida de 12%…

Rede Médicos Sentinela diz que dados acompanham “tendência crescente deste problema de saúde em Portugal”.

O número de novos casos de diabetes detectados em 2013 pela Rede Médicos Sentinela cresceu 12% em relação ao ano anterior de um total de 836 casos por 100 mil habitantes para 933 casos. Os dados fazem parte do relatório referente ao ano passado e agora divulgado por esta rede de médicos de família que trabalham nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

No ano passado a rede recebeu 157 notificações de novos casos de diabetes que em 55,4% dos casos foram de mulheres. As idades totais variaram entre os 13 e os 87 anos com uma mediana de 63 anos. Houve ainda cinco internamentos hospitalares e um óbito. Com estes dados a rede de clínicos estimou que a taxa de incidência de diabetes era de 557 casos por cada 100 mil habitantes um valor que sobe para os 932 casos por cada 100 mil pessoas se tivermos apenas em consideração a população acima dos 35 anos.

No caso do sexo masculino a incidência mais elevada ocorre entre os 55 e os 64 anos enquanto nas mulheres o valor sobe a partir dos 65 anos. De acordo com o relatório, “as elevadas taxas de incidência de diabetes mellitus em ambos os sexos acompanhando a tendência crescente deste problema de saúde em Portugal”, reforçam a necessidade de manter a diabetes mellitus sob monitorização na rede.

Em 2013, de acordo com um estudo da Autoridade Nacional do Medicamento Infarmed, Portugal gastou em média 575 mil euros por dia em medicamentos para a diabetes com os encargos a aumentarem cerca de 400 nos últimos 13 anos .A despesa do Estado com estes fármacos atingiu os 210 milhões de euros quase um quinto do total dos medicamentos em ambulatório.

No período de 2000 a 2006 o peso destes medicamentos rondava 5% enquanto actualmente se situa nos 18% do total dos encargos do SNS em ambulatório. Porém, no ano passado, a despesa com medicamentos cresceu mais do que o número de fármacos consumidos o que explicou o Infarmed “significa que se começaram a utilizar alternativas de tratamento mais dispendiosas”.

Em Portugal existem actualmente mais de um milhão de pessoas com diabetes. Estima-se que em 2035 a prevalência desta doença crónica atinja os 15,8%, cerca de 1,2 milhões de pessoas.

Esta rede olhou também para os dados relativos à hipertensão e também aqui foi registada uma subida significativa da incidência. No ano passado foram notificados 234 casos de hipertensão arterial correspondendo 53% das situações a mulheres. Na população com mais de 25 anos estes dados correspondem a uma incidência de 1122 casos por cada 100 mil habitantes quando em 2012 o valor se ficou pelos 822 o que significa que houve um aumento superior a 35 Para o total da população inscrita a incidência baixa mas ainda assim fica nos 830 casos por cada 100 mil utentes. Nos homens as taxas mais elevadas encontram se entre os 55 e os 64 anos e nas mulheres entre os 65 e os 74.

Os Médicos Sentinela recolheram também dados relacionados com o planeamento familiar e que indicam que quase 38% das 220 gravidezes notificadas em 2013 pela rede não foram planeadas um número que aumenta para 70% no grupo de grávidas com idades entre os 15 e os 24 anos. Mesmo assim os valores registaram uma ligeira melhoria em relação a 2012. O número de consultas relacionadas com depressão e os casos de insónia foram outros dos indicadores avaliados e que da mesma forma registaram valores mais positivos do que no relatório anterior.

 

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Diabetes custa dois mil milhões

Mais de um milhão de portugueses sofrem de diabetes, uma patologia que afeta ainda 400 mil indivíduos que desconhecem ter a doença. A diabetes representa uma despesa para o erário publico que ultrapassa dois mil milhões de euros anuais. Metade da despesa representa os custos do tratamento ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), enquanto o restante representa os custos indiretos, segundo Luís Gardete Correia, presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal. ” Os custos indiretos da diabetes reportam-se às faltas ao trabalho, à perda do emprego, ao apoio à família”, explicou Luís Gardete Correia. O aumento do número de novos casos de doença, associado ao aumento da esperança média de vida e aos maus hábitos alimentares faz aumentar a despesa pública.

Segundo dados do ministério da saúde, a venda de antidiabéticos orais passou a liderar, em 2013, a lista dos encargos do SNS.

 

 

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Há 160 novos casos de diabetes, em Portugal, por…

824113Depois de em 2012 se ter quebrado o crescimento dos casos de diabetes, no ano passado a incidência da doença voltou a aumentar. Estima-se que tenham surgido 58.090 novos doentes, uma média de 160 por dia.

Portugal não está a conseguir baixar o número de novos casos de diabetes. As previsões do Observatório Nacional da Diabetes dizem que em 2013 terão surgido mais 5.559 doentes do que os 52.531 de 2012. Em 2011 terão sido 68.715.

“Temos feito um esforço importante para prevenir a diabetes”. Esse esforço não tem sido tão coroado de êxito como nós gostaríamos, porque na área da alimentação e do desporto ainda temos muito a fazer”, explicou Fernando Leal da Costa, secretário de Estado adjunto e da Saúde, à saída da apresentação do relatório anual do observatório: “Diabetes: Factos e números”. Já antes, José Manuel Boavida, diretor do Programa Nacional para a Diabetes, tinha apontado o crescimento dos casos como um dos pontos negativos do balanço. Uma “batalha” que, disse, tem de ser travada com a ajuda de “outros setores”, além do da saúde, como os da educação, trabalho, economia, e planeamento. Outro dos problemas identificados pelo especialista é o do aumento das amputações dos membros inferiores. De 1493, em 2012, passou-se para 1556 em 2013. “Este número tem claramente de diminuir”, frisou. O número de internamentos por pé diabético também cresceu. Houve mais 155 casos de hospitalizados de um ano para o outro. Mas nem todos os indicadores são negativos. O número de doentes acompanhados nos cuidados primários, por exemplo, está a aumentar. “Dois terços das pessoas acompanhadas nos centros de saúde têm a diabetes controlada”, revelou José Manuel Boavida.

Segundo o documento, em 2013, a prevalência de diabetes na população portuguesa entre os 20 e os 79 anos (7,8 milhões) foi de 13%. Ou seja, a doença atinge mais de um milhão de pessoas. Destes 13%, cerca de 7,3% estão diagnosticados, mas 5,7% não sabem que desenvolveram diabetes. Em 2009, a taxa de prevalência foi de 11,7%. Os dados apontam ainda para que 27% da população sofre de hiperglicémia intermédia (vulgarmente designada por pré-diabetes). “Quase metade da população (40%) tem ou pode vir a ter diabetes”, sublinhou Luís Gardete, coordenador do Observatório, na apresentação.

A faixa etária com maior incidência, com ou sem diagnóstico, é a dos 60 aos 79 anos (27%). Na divisão por género, são os homens que mais sofrem: 15,6% contra 10,7% registado nas mulheres.